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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Educação o que podemos fazer?
Será que a Lei está sendo cumprida como deve?
O direito à educação é considerado o primeiro direito social previsto no dispositivo do artigo 6º da Constituição Federal, é direito social a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção, á maternidade e a infância, a assistência ao desempregado. Além disso, o estado deve oferecer esse atendimento de ensino fundamental a todos gratuitamente com progressão até o ensino médio, oferecer creches e pré escolas a crianças de zero a seis anos de idade, atendimento preferencial nas séries regular a crianças com necessidades especiais, atendimento de jovens, oferta de educação regular para jovens e adultos com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola; acesso a introdução a pesquisa científica dentre outros aspectos, programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. Padrões mínimos de qualidade do ensino definido como as variedades e quantidade mínimas, por alunos, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.
Com tudo, o direito a educação que está previsto na lei de maneira que compreende equidade e qualidade ainda não atende esses objetivos. Muitos são os desafios a serem enfrentados, principalmente pelo que compete aos órgãos responsáveis pro todo esse processo. A falta de compromisso das entidades e pessoas envolvidas com a educação.
Acredito que, o currículo está intimamente relacionado ao projeto da escola direcionando todas as atividades do processo educativo, atua como um instrumento de controle do ensino aprendizagem, facilitador da administração escolar. O Currículo não é estático, ou seja, não são conteúdos prontos e abacados, devem ser construídos diariamente projetando as atividades desenvolvidas no contexto escolar.
De acordo a Lei de n.º 9.394/94 – LDB assegura a forma de organização curricular do Ensino de Educação Básica transcritas nos seus respectivos artigos. Os Currículos do Ensino Fundamental e Médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela, os Currículos a que se refere o capitulo devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil, o ensino da arte, historia, educação física, etc.
No entanto o oferecimento do currículo esta relacionado a uma política econômica que diferencia sua equidade e qualidade de acordo o público a quem será ofertada essa educação. Podemos observar que a escola tem a finalidade de preparar os indivíduos para o mercado de trabalho centrado numa globalização. Porém, não podemos achar justo que o aluno de uma escola pública, em condições precárias de atendimento, possa garantir um pleno desenvolvimento das habilidades necessárias ao mercado de trabalho tão competitivo.
Direito a Educação
O direito a educação fundamentado na declaração do direito a educação para todos reflete a disparidade de oferecimento da mesma. Se na declaração do milênio está garantido esse direito com objetivo de equidade e qualidade, por outro lado o oferecimento da educação não confere a expressa na declaração de que principalmente na etapa inicial deve ser oferecida com qualidade. O direito à educação é considerado o primeiro direito social previsto no dispositivo do artigo 6º da Constituição Federal, é direito social a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção, á maternidade e a infância, a assistência ao desempregado. Além disso, o estado deve oferecer esse atendimento de ensino fundamental a todos gratuitamente com progressão até o ensino médio, oferecer creches e pré escolas a crianças de zero a seis anos de idade, atendimento preferencial nas séries regular a crianças com necessidades especiais, atendimento de jovens, oferta de educação regular para jovens e adultos com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola; acesso a introdução a pesquisa científica dentre outros aspectos, programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. Padrões mínimos de qualidade do ensino definido como as variedades e quantidade mínimas, por alunos, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem.
Com tudo, o direito a educação que está previsto na lei de maneira que compreende equidade e qualidade ainda não atende esses objetivos. Muitos são os desafios a serem enfrentados, principalmente pelo que compete aos órgãos responsáveis pro todo esse processo. A falta de compromisso das entidades e pessoas envolvidas com a educação.
Acredito que, o currículo está intimamente relacionado ao projeto da escola direcionando todas as atividades do processo educativo, atua como um instrumento de controle do ensino aprendizagem, facilitador da administração escolar. O Currículo não é estático, ou seja, não são conteúdos prontos e abacados, devem ser construídos diariamente projetando as atividades desenvolvidas no contexto escolar.
De acordo a Lei de n.º 9.394/94 – LDB assegura a forma de organização curricular do Ensino de Educação Básica transcritas nos seus respectivos artigos. Os Currículos do Ensino Fundamental e Médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela, os Currículos a que se refere o capitulo devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil, o ensino da arte, historia, educação física, etc.
No entanto o oferecimento do currículo esta relacionado a uma política econômica que diferencia sua equidade e qualidade de acordo o público a quem será ofertada essa educação. Podemos observar que a escola tem a finalidade de preparar os indivíduos para o mercado de trabalho centrado numa globalização. Porém, não podemos achar justo que o aluno de uma escola pública, em condições precárias de atendimento, possa garantir um pleno desenvolvimento das habilidades necessárias ao mercado de trabalho tão competitivo.
Natal é Natal
O SIGNIFICADO DO NATAL
O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.
Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como facto de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.
O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.
Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.
Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo.
O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.
Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se como facto de esta data coincidir com a Saturnália dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.
O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.
Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus. A árvore de Natal surge no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a troca de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.
Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo.
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